top of page

Petróleo na Margem Equatorial pode atrair US$ 56 bilhões em investimentos, aponta estudo

  • Foto do escritor: conexaogospelamapa
    conexaogospelamapa
  • 31 de mar. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 1 de abr. de 2025


O Ministério de Minas e Energia, por meio do secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Pietro Mendes, divulgou um estudo que projeta grandes resultados com a exploração de petróleo na Margem Equatorial brasileira. Segundo o levantamento, a liberação dessa exploração pode atrair até US$ 56 bilhões em investimentos, gerar US$ 200 bilhões em arrecadação governamental e criar mais de 300 mil empregos.


A licença ambiental, que precisa ser concedida pelo Ibama para que a Petrobras inicie suas atividades, é um ponto crítico. Mendes ressaltou que o aval precisa ser dado até abril deste ano para que a perfuração seja concluída até outubro, antes do vencimento do contrato da sonda que será deslocada da Bacia de Campos para o Amapá.


A exploração da Margem Equatorial é considerada essencial para que a Petrobras recomponha suas reservas de petróleo, que começarão a declinar na próxima década.


Centro de Reabilitação e Despetrolização de Fauna (CRD)


Um dos principais entraves para a obtenção da licença é o plano de resposta a eventual fauna atingida por óleo. Para resolver a questão, a Petrobras está construindo um novo Centro de Reabilitação e Despetrolização de Fauna (CRD), que poderá ser vistoriado a partir de 7 de abril.


Potencial de um Novo Pré-Sal


O estudo destaca a possibilidade de que a Margem Equatorial possa conter um “novo pré-sal”, com reservas tão promissoras quanto as descobertas na Guiana e Suriname. O poço que será perfurado, o FZA-M-59, foi adquirido pela Petrobras (30%) e pela BP (70%) na 11ª Rodada de Licitações do governo brasileiro.


Entretanto, a demora na emissão da licença ambiental levou a BP a desistir da parceria com a Petrobras em 2021. Mesmo assim, a Petrobras já investiu cerca de R$ 1 bilhão na perfuração do poço, com um custo diário de aproximadamente US$ 400 mil pelo aluguel da sonda.


Maior Estrutura de Resposta do País


O relatório ainda ressalta que os recursos destinados pela Petrobras para a Bacia Foz do Amazonas são equivalentes ao dobro dos empregados nas Bacias de Campos e Santos. Trata-se da maior estrutura de resposta ambiental já implementada no país.


Com o potencial de transformar a região em um novo polo de exploração petrolífera, o projeto promete ser um marco para o setor energético brasileiro.

Comentários


Publicidade

IMG-20250207-WA0099.jpg
Anuncio Vivo.png
11351272.jpg
  • Instagram
  • Facebook
  • Youtube
  • Whatsapp
  • X
  • TikTok
bottom of page